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Informação, direitos e apoio para mulheres em situação de violência doméstica. Este espaço é seguro e gratuito.
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Violência doméstica vai além da agressão física
A Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006) reconhece 5 tipos de violência e garante proteção, medidas protetivas e assistência gratuita para todas as mulheres.
Física
Psicológica
Patrimonial
Moral / Sexual
Descubra se você está em perigo
8 perguntas simples e sigilosas. Saiba o que está vivendo e onde buscar ajuda.
Assista e compartilhe
Conteúdo educativo sobre violência doméstica, direitos e como pedir ajuda.
O que é Violência Doméstica
5 tipos, ciclo da violência e sinais de alerta.
Violência vai além de agressão física
Violência Física
Socos, tapas, empurrões, chutes, queimaduras, estrangulamento. Qualquer ação que ofenda a integridade corporal. Também inclui impedir a vítima de se alimentar ou receber cuidados médicos.
Violência Psicológica
Humilhações, ameaças, isolamento social, controle de comportamento, ciúme excessivo, destruição de objetos. Muitas vezes é a primeira forma no ciclo — e a mais difícil de identificar.
Violência Sexual
Obrigar a atos sexuais sem consentimento, dentro ou fora do casamento. Impedir uso de métodos contraceptivos ou forçar aborto. O casamento não é consentimento permanente.
Violência Patrimonial
Roubar, destruir ou controlar bens, dinheiro, documentos, objetos pessoais. Muitas mulheres não reconhecem isso como violência — mas é crime previsto na Lei Maria da Penha.
Violência Moral
Calúnias, difamações, injúrias — ataques à honra e reputação. Expor a vida privada, ridicularizar na frente de outros, usar as redes sociais como ferramenta de humilhação.
Violência Digital
Exposição de fotos íntimas, stalking online, assédio, controle de redes sociais e celular. 8,8 milhões de brasileiras foram afetadas por violência de gênero na internet.
O Ciclo da Violência
Sem intervenção, a violência se repete em ciclos que tendem a se agravar. Entender o ciclo é o primeiro passo para sair dele.
Tensão
Agressor fica irritado. Vítima tenta agradar e evitar conflitos.
Explosão
A violência acontece: física, psicológica ou sexual.
Lua de Mel
Pede perdão, faz promessas. Vítima acredita que vai mudar.
O ciclo se repete e se agrava
A fase de lua de mel fica cada vez mais curta. As agressões ficam cada vez mais intensas. Sair do ciclo é possível — busque ajuda agora.
Sinais de Alerta
Comportamentais
Isolamento de amigos e família, justificar constantemente o parceiro, mudanças bruscas de humor, evitar falar sobre a relação.
Físicos
Marcas frequentes no corpo, histórico de "acidentes", roupas de manga longa para esconder hematomas, machucados em locais incomuns.
Emocionais
Baixa autoestima, ansiedade, depressão, sentimento de culpa constante, medo de desagradar o parceiro, sensação de não ter saída.
Seus Direitos
A Lei Maria da Penha garante proteção, assistência e justiça para você.
Quem foi Maria da Penha?
Maria da Penha Maia Fernandes sobreviveu a duas tentativas de assassinato cometidas pelo marido Marco Antonio. Na primeira, foi baleada e ficou paraplégica. Na segunda, tentou afogamento e eletrocussão.
Ela lutou durante 19 anos e 6 meses por justiça — o caso chegou à Comissão Interamericana de Direitos Humanos, que condenou o Brasil.
Em 7 de agosto de 2006, foi aprovada a Lei 11.340 — considerada pela ONU uma das 3 melhores leis do mundo no combate à violência doméstica.
A Lei Maria da Penha: do crime à conquista
Primeiro ataque
Marco Antonio atira em Maria da Penha enquanto ela dormia. Ela fica paraplégica. Ele alega tentativa de roubo.
Segundo ataque
Marco Antonio tenta eletrocutar Maria da Penha no banho. Ela sobrevive novamente. Começa a luta pela justiça.
Impunidade
Dois julgamentos são anulados por recursos. O agressor fica solto por 15 anos após os ataques. O caso vira símbolo da impunidade.
Denúncia internacional
O caso é levado à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (OEA). O Brasil é declarado responsável por negligência e tolerância.
Recomendações da OEA
A CIDH recomenda ao Brasil criar legislação específica sobre violência doméstica. A pressão internacional acelera o processo.
Marco Antonio é preso
Finalmente condenado a 10 anos de prisão — cumpriu apenas 2 anos. Mas o movimento já havia ganhado força.
✅ Lei Maria da Penha é aprovada
Lula sanciona a Lei 11.340/2006 com a presença de Maria da Penha. Um marco histórico para os direitos das mulheres no Brasil.
STF torna a lei obrigatória
O Supremo Tribunal Federal decide que o Ministério Público pode processar agressores mesmo sem a vontade da vítima. A lei fica mais forte.
Lei do Feminicídio
Lei 13.104/2015 consolida o feminicídio como crime hediondo. Pena de 12 a 30 anos com agravantes.
Medida protetiva sem BO
Lei 13.505 garante atendimento especializado e permite que a medida protetiva seja pedida sem necessidade de advogado.
Lei do Stalking
Perseguição obsessiva e perturbação da paz passa a ser crime no Brasil (Lei 14.132), com pena de 1 a 2 anos.
Ampliação da proteção
Lei 14.550 amplia as medidas protetivas de urgência para qualquer situação de risco, mesmo fora do domicílio compartilhado.
🛡️ Proteção ativa
A Lei Maria da Penha protege mulheres em todo o território nacional. Ligue 180, Casa da Mulher Brasileira e delegacias especializadas estão disponíveis 24 horas.
O que a Lei garante para você em 2026
Medidas Protetivas de Urgência
Afastamento do agressor do lar, proibição de aproximação e contato. O juiz tem 48 horas para decidir. Você não precisa de advogado e pode pedir mesmo sem BO prévio.
Prisão Preventiva do Agressor
Em caso de risco à integridade física ou psicológica, o agressor pode ser preso preventivamente — mesmo sem flagrante.
Atendimento Especializado e Gratuito
Delegacias especializadas, Juizados de Violência Doméstica, Defensoria Pública gratuita, psicólogas e assistentes sociais.
Proteção no Emprego
A vítima com medida protetiva pode ser afastada do trabalho por até 6 meses sem perder o emprego, quando o risco decorre do agressor.
Proteção aos Filhos
Guarda e visitas podem ser regulamentadas para proteger as crianças. Violência na presença de filhos agrava a pena do agressor.
Proteção Digital
Stalking, exposição de fotos íntimas e assédio online são crimes. O agressor pode ser processado mesmo que os atos ocorram pelas redes sociais.
Perguntas Frequentes
Como Denunciar
Passo a passo, canais e como registrar o BO online.
Você não precisa de documentos para ser atendida
Vá direto à delegacia ou Casa da Mulher Brasileira. O atendimento é obrigatório mesmo sem RG ou CPF.
Passo a passo na Casa da Mulher Brasileira
Chegue à Casa da Mulher Brasileira
Av. Paraná, 870 — Cabral, Curitiba/PR. Funciona 24 horas, 7 dias, incluindo feriados.
Acolhimento pela equipe especializada
Uma equipe treinada vai te ouvir sem julgamentos. Você fala no seu tempo, com segurança e privacidade.
Registro do Boletim de Ocorrência (BO)
Relate o que aconteceu. Fotos, prints de mensagens e testemunhas ajudam, mas não são obrigatórios.
Medida Protetiva de Urgência
Pode ser pedida no mesmo momento. O juiz tem 48 horas para decidir. Você pode ter apoio policial enquanto isso.
Encaminhamentos
Defensoria Pública, psicologia, assistência social, abrigo temporário se necessário — tudo no mesmo local.
BO Online — para quem não pode sair de casa
Polícia Civil do Paraná: policiacivil.pr.gov.br/BO — disponível 24 horas. Ideal para situações em que sair de casa é arriscado.
Canais de Denúncia
| Canal | Contato | Disponibilidade | Para quê |
|---|---|---|---|
| Ligue 180 | 180 | 24h • Gratuito | Denúncia, orientação, informação |
| WhatsApp 180 | (61) 9610-0180 | 24h | Denúncia por chat |
| Polícia Militar | 190 | Emergências | Perigo imediato |
| Disque 100 | 100 | 24h • Gratuito | Direitos Humanos / Crianças |
| Delegacia da Mulher CWB | (41) 3219-8600 | 24h | BO presencial |
| BO Online PCPR | policiacivil.pr.gov.br/BO | Online 24h | BO sem sair de casa |
Onde Buscar Ajuda em Curitiba
Endereços, telefones e serviços disponíveis na cidade.
Casa da Mulher Brasileira
Av. Paraná, 870 — Cabral, Curitiba/PR
3º Juizado de Violência Doméstica
Defensoria Pública do Paraná
Mapa do Acolhimento
BO Online — PCPR
CRAS — Assistência Social
Polícia Militar do Paraná
Como Ajudar Alguém
Guia para familiares e amigos. Uma ação errada pode colocar a vítima em risco maior.
Por que esse guia existe?
Na entrevista com a equipe da Casa da Mulher Brasileira de Curitiba, foi identificado que muitos familiares e amigos não sabem como agir — e que ações equivocadas podem colocar a vítima em risco maior.
✅ O que fazer
- 👂Abra espaço para conversar sem pressão e sem julgamento. Deixe ela falar no próprio tempo.
- 💙Acredite no que ela diz. A escuta é o primeiro passo. Não minimize nem questione.
- 🤝Ofereça apoio prático: guarda de documentos, dinheiro, um lugar seguro se necessário.
- 📞Informe sobre os recursos: Ligue 180, Casa da Mulher Brasileira, este site.
- 💪Mantenha a conexão mesmo se ela voltar ao relacionamento. Ciclos de violência são normais.
❌ O que NÃO fazer
- ⛔Não force ela a sair imediatamente. Saída sem planejamento pode ser ainda mais perigosa.
- ⛔Não confronte o agressor. Isso expõe a vítima a um risco maior.
- ⛔Não compartilhe sem permissão. Respeite a privacidade e o ritmo dela.
- ⛔Não desapareça se ela voltar. Ela vai precisar de você quando decidir sair.
- ⛔Não culpe a vítima. "Por que você não sai?" faz muito mal e é contraproducente.
Se houver crianças envolvidas
71% dos casos têm crianças presentes. Crianças que testemunham violência são vítimas também. Acione o Conselho Tutelar e o CRAS da região. Ligue 100 para denúncias envolvendo crianças.
Você também pode ligar pelo 180
Familiares e amigos podem ligar para o Ligue 180 para pedir orientações sobre como ajudar uma vítima. Gratuito, sigiloso, 24 horas.
Vídeos sobre Violência Doméstica
Assista, aprenda e compartilhe. Informação salva vidas.
Entenda a lei e seus direitos

A história real por trás da Lei Maria da Penha
A trajetória de Maria da Penha e como sua luta de 19 anos resultou na lei mais importante para as mulheres brasileiras.

Lei Maria da Penha — O que é importante saber
Os principais pontos da Lei 11.340/2006: proteções, medidas e direitos garantidos.

Como pedir a Medida Protetiva de Urgência
Passo a passo para solicitar a MPU sem precisar de advogado — uma das maiores conquistas da Lei Maria da Penha.
Canais de denúncia e atendimento

Ligue 180 — Central de Atendimento à Mulher
Como funciona o canal de denúncia gratuito, sigiloso e disponível 24 horas por dia.

Tipos de violência e como denunciar
Qualquer tipo de violência doméstica é crime. Saiba como agir e quais canais usar.

Delegada orienta: como identificar e denunciar
Orientações práticas de uma delegada especializada em violência doméstica.
Entender para sair do ciclo

As 3 fases do ciclo da violência doméstica
Tensão, explosão e lua de mel — entenda por que o ciclo se repete e como romper esse padrão.

Os 5 tipos de violência doméstica
Física, psicológica, sexual, patrimonial e moral — aprenda a identificar cada tipo segundo a Lei Maria da Penha.

Tudo sobre violência doméstica — Tipos, Medidas e Direitos
Um guia completo: tipos de violência, medidas protetivas e os direitos da mulher na prática.
Não espere. Ligue agora.
Ligue 180 — gratuito, sigiloso, disponível 24 horas por dia.
Números que não podem ser ignorados
Fontes: Atlas da Violência 2025, DataSenado 2025, Agência Patrícia Galvão, Gov.br
Os dados de 2025
Violência digital e denúncias
Violência Digital
Brasileiras afetadas por violência de gênero na internet: exposição de fotos, assédio, stalking e controle de dispositivos.
Violência Sexual
Dos casos de violência sexual registrados entre 2015 e 2021 foram cometidos contra meninas e mulheres.
Ligue 180 em 2024
Ligações atendidas em 2024 — crescimento de 21,6% em relação a 2023. Mais de 2 mil atendimentos por dia.
WhatsApp 180
Atendimentos via WhatsApp em 2024 — alta de 63,4%. Novas formas de acesso facilitam a denúncia.
Armas e violência
Da população concorda que facilitar posse de armas aumenta a violência doméstica contra mulheres.
Dentro de casa
Das agressões de violência doméstica ocorrem dentro do próprio lar da vítima, segundo o DataSenado 2025.
Perfil das vítimas — dados da entrevista (Curitiba)
Dados coletados em entrevista com a Casa da Mulher Brasileira — Curitiba/PR
Responsável: Amanda C. Rachinski — informações colhidas durante visita de campo para este projeto.
Perfil mais comum
Mulheres em ciclo de dependência emocional e financeira. Muitas têm filhos e enfrentam dificuldade de sair por medo e ausência de recursos.
Principais barreiras
Medo do agressor, vergonha, dependência financeira e crença de que ele vai mudar são as principais razões que impedem a denúncia.
O que mais confunde
Violência patrimonial e psicológica são as menos reconhecidas. Muitas mulheres não sabem que esses comportamentos são crimes.
O que mais faz falta
Informação clara sobre o processo de denúncia, canais disponíveis e orientações para familiares que querem ajudar.
Onde pesquisamos esses dados
Atlas da Violência 2025
IPEA / Fórum Brasileiro de Segurança Pública
DataSenado 2025
Senado Federal do Brasil
Agência Patrícia Galvão
dossies.agenciapatriciagalvao.org.br
Ministério das Mulheres
gov.br/mulheres/pt-br/ligue180
Quiz — Identifique o que você vive
Este espaço é seguro. Responda com honestidade. 8 perguntas simples.
Sobre o Violência Não
Atividade de extensão universitária com impacto social real.
O que é este site
Desenvolvido como atividade de extensão universitária obrigatória do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas — Uniasselvi. Todo conteúdo é baseado em fontes oficiais e validado com profissionais da Casa da Mulher Brasileira de Curitiba.
O site tem como objetivo gerar impacto social real por meio de informação acessível sobre violência doméstica — auxiliando vítimas, apoiadores e a sociedade em geral.
Centro Universitário Leonardo da Vinci
Uniasselvi
Análise e Desenvolvimento de Sistemas
Extensão Universitária — 2026
Estudantes Responsáveis
Guilherme de Araujo Barbosa
Análise e Desenvolvimento de Sistemas — Uniasselvi 2026
Josias Augusto Barbosa
Análise e Desenvolvimento de Sistemas — Uniasselvi 2026
Instituição Parceira
Casa da Mulher Brasileira / Delegacia da Mulher
📍 Av. Paraná, 870 — Cabral, Curitiba/PR
📞 (41) 3219-8600 — 24 horas
Responsável pelo projeto: Amanda C. Rachinski
Fontes e Créditos
Instituto Maria da Penha
institutomariadapenha.org.br
Mapa do Acolhimento
mapadoacolhimento.org
Agência Patrícia Galvão
dossies.agenciapatriciagalvao.org.br
Ministério das Mulheres — Gov.br
gov.br/mulheres/pt-br/ligue180
Atlas da Violência 2025
IPEA / Fórum Brasileiro de Segurança Pública
DataSenado 2025
Senado Federal do Brasil
Fontes e Referências
Todo o conteúdo deste site é baseado em fontes oficiais, pesquisas acadêmicas e dados verificados. Veja abaixo de onde vem cada informação.
Leis e normas consultadas
Lei Maria da Penha — Lei nº 11.340/2006
Lei que cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher.
planalto.gov.br ↗Lei do Feminicídio — Lei nº 13.104/2015
Tipifica o feminicídio como crime hediondo e agravante de homicídio.
planalto.gov.br ↗Lei do Stalking — Lei nº 14.132/2021
Criminaliza a perseguição obsessiva e perturbação da paz e da privacidade.
planalto.gov.br ↗Lei nº 14.550/2022
Amplia as medidas protetivas de urgência da Lei Maria da Penha.
planalto.gov.br ↗Pesquisas e relatórios consultados
Atlas da Violência 2025
IPEA — Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
FBSP — Fórum Brasileiro de Segurança Pública
ipea.gov.br ↗DataSenado 2025
Pesquisa do Senado Federal sobre violência doméstica e familiar contra a mulher no Brasil.
senado.leg.br ↗Agência Patrícia Galvão — Violência em Dados
Banco de dados atualizado sobre violência doméstica, feminicídio, violência sexual e digital no Brasil. Parceria com ONU Mulheres e Senado.
agenciapatriciagalvao.org.br ↗Ligue 180 — Painel de Dados 2024
Ministério das Mulheres — dados de atendimentos, denúncias e perfil das vítimas.
gov.br/mulheres ↗Conteúdo e orientações baseados em
Instituto Maria da Penha
Tipos de violência, ciclo da violência, história de Maria da Penha e resumo da lei.
institutomariadapenha.org.br ↗Mapa do Acolhimento
Referência para mapa de serviços públicos, atendimento psicológico e jurídico gratuito e funcionalidade de saída rápida do site.
mapadoacolhimento.org ↗Ministério das Mulheres
Informações oficiais sobre o Ligue 180, canais de denúncia e políticas públicas.
gov.br/mulheres ↗PCPR — Delegacia Virtual
Serviço de registro de Boletim de Ocorrência online da Polícia Civil do Paraná.
policiacivil.pr.gov.br/BO ↗Defensoria Pública do Paraná
Assistência jurídica gratuita para vítimas de violência doméstica no Paraná.
defensoria.pr.def.br ↗Entrevista de Campo
Amanda C. Rachinski — Casa da Mulher Brasileira / Delegacia da Mulher, Curitiba/PR. Maio de 2026.
Fonte primária • Dados qualitativosConteúdo em vídeo — YouTube
| # | Título | Link |
|---|---|---|
| 1 | A história real por trás da Lei Maria da Penha | youtube.com ↗ |
| 2 | Lei Maria da Penha — O que é importante saber | youtube.com ↗ |
| 3 | Como pedir a Medida Protetiva de Urgência | youtube.com ↗ |
| 4 | Ligue 180 — Central de Atendimento à Mulher | youtube.com ↗ |
| 5 | Tipos de violência e como denunciar | youtube.com ↗ |
| 6 | Delegada orienta: como identificar e denunciar | youtube.com ↗ |
| 7 | As 3 fases do ciclo da violência doméstica | youtube.com ↗ |
| 8 | Os 5 tipos de violência doméstica | youtube.com ↗ |
| 9 | Tudo sobre violência doméstica — Tipos, Medidas e Direitos | youtube.com ↗ |
Compromisso com a verdade
Todo o conteúdo do VozNão foi cuidadosamente verificado em fontes oficiais, legislação vigente e pesquisas acadêmicas reconhecidas. Caso encontre alguma informação desatualizada ou incorreta, entre em contato.